Sunday, 8 May 2011

TEMOS O MAIOR DÉFICE DESDE O SÉCULO XII OU JÁ TIVEMOS DÉFICES MAIORES?

O MEU DÉFICE É MAIOR DO QUE O TEU

O MEU DÉFICE TEM PAI E O TEU NÃO

ANÁLISE DA NATUREZA E DO TAMANHO DO DÉFICE

Hoje amanhã e durante os próximos três anos abordaremos novos e (velhos) estímulos financeiros neste mar de crises.

Somos assim uma espécie de piratas económicos de abordagem em abordagem


Bom, tudo passará por questionar o vosso pirata sobre a parte do défice que lhe dá mais prazer.

Certamente alguém vai dizer que gosta mais dos preliminares ou seja uns preferem a parte em que o governo se deitou abaixo outros preferem pensar que deitaram abaixo o governo e lhe cairam em cima.

Resumindo cada um tem as suas fantasias

Mas talvez nem mesmo saibam que há muitas outras regiões do défice que, quando estimuladas, podem trazer óptimas sensações.

Bom, quer-me parecer que as zonas deficitárias não são iguais em todos os organismos estatais e aparentados, principalmente aos que não aprenderam que o défice pode ser explorado em todos os sentidos.

Não generalizando, penso que os portugueses de algum modo, têm receio de encontrar locais que lhe dão (outros) prazeres, mas não sendo o convencional, depositam (sempre) no défice todas as suas expectativas económicas.
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Entre as partes deficitárias mais comuns estão certamente as mioleiras, bocas, peitos, costas, nádegas, a parte interna das tripas e toda área em redor do ânus. .

Os economistas contam que qualquer zona dita deficitária pode ser explorada, mas, por questões sociais e de educação, certos homens nem sempre permitem o estímulo dos seus défices e principalmente do défice dos outros.

Inclusivé existe uma grande cobrança por parte da maioria das mulheres alemãs e finlandesas quanto aos parceiros portugueses cultivarem o cimento as carreteras e os carrinhos como única forma de erotismo económico.
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Cientistas ingleses afirmam ter descoberto que o ponto de bancarrota dos portugueses deve ainda estar a uns anos de distância
mas pelo sim pelo não


vão deixar de nos dar trocos




NÃO ABANEM MAIS OS DÉFICES QUE TEMOS E QUE QUEREMOS VIR A TER